Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta ao acaso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ao acaso. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ousadia



Sempre considerei os ditados populares uma fonte inesgotável de sabedoria empírica, nascida da experiência de gente simples.
De repente, eis que me envolveu uma súbita vontade de escrever, uma urgência em me cumpliciar com as palavras, com os sentidos, comprovando a veracidade do ditado que proclama “não há fome que não dê em fartura”.
PS: Se o Português é uma língua viva, porque não utilizar as ainda não-palavras que, não obstante, fazem todo o sentido, exprimem completamente a ideia que se quer transmitir?
Eu gosto de criar novas palavras sempre que não encontro, no léxico da minha língua, maneira de expressar o meu pensamento, as minhas emoções,
“Cumpliciemos-nos”, então, numa ousadia linguística, num acto de criação!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sabores

A que sabe a liberdade?
Sabe ao azul imenso do mar.
Sabe ao vôo das gaivotas no ar, em cruzados movimentos, planando nos céus da minha cidade.
Sabe ao eco do grito perdido no infinito do horizonte.
Sabe a dias de sol preguiçosos, sabe a madrugadas de brisa fresca, sabe ao brilho de uma noite de luar.
Sabe à força da Natureza em cada vida a brotar! Sabe a aromas adocicados na aragem primaveril.
Sabe a rosas com pétalas de certeza, sabe a cardos com espinhos de hesitação.
Sabe ao sabor de viver, neste doce desassossego, nesta ânsia de alcançar um querer e não querer.
Sabe a mim. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pedaços


O ambiente de férias, descontraído e calmo, é propício à reflexão, ao encontro com o lado mais profundo e verdadeiro  de cada um, em  silêncios de pensamento.


Numa destas noites, de olhar perdido no azul da água do mar, sob o brilho de uma lua cheia e prateada, libertei os pensamentos  na brisa suave que pairava.
Eram pensamentos vagos? Precisos?
 Eram  pedaços de mim levados nos braços do vento, soltos nas ondas do mar, espalhados pelo areal.
 Voltarão, envoltos na espuma do mar!





quinta-feira, 21 de julho de 2011

Derroche


 Quando me sento em frente ao computador e embarco no mundo virtual que se abre para além deste ecrã, inicio cada viagem na companhia da música que me acompanha e ajuda a relaxar. 
 Porque através da música que ouço encontro-me na verdade do que sou, porque através da música que escolho desvendo estados de alma de cada momento meu, permito que tu me descubras neste som calmo e tranquilo de uma salsa muito bonita, muito caliente!
Juntos, cumpliciemo-nos na alma da música!