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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Gestos de grandeza


No final do derby da capital, um jovem adepto benfiquista, trajado a rigor, exibia um cartaz dizendo "Rui Patrício, dá-me a tua camisola". O guarda-redes da nossa Selecção não ficou indiferente a tal pedido e ofereceu-lhe as luvas.
Bonito gesto a demonstrar a grandeza de dois seres humanos: do adepto e do jogador.
(Não resisto: obrigada, Artur!...)










segunda-feira, 5 de maio de 2014

Final de tarde e de época


Ontem, no último jogo, da presente época, da equipa da Briosa, no seu estádio, coincidindo com o Dia da Mãe, a direcção da Académica, decidiu (e muito bem, acrescento eu) oferecer bilhetes gratuitos a todos os que pretendessem assistir ao derby contra o Vitória de Guimarães.
Aproveitando a oferta, e já que não o pude fazer com o meu Sporting, fui apoiar a minha 2ª equipa do coração, equipada a preceito: cachecol, óculos escuros, garrafinha de água e companhia (só faltou mesmo a célebre “onda” humana e o bronzeador, já que a orientação da bancada virada a Sul, recebia o Sol de frente, fazendo lembrar um autêntico dia de praia).
Não sei se do cansaço de final de época, se do calor que apertava, se da falta de pernas para aguentar, ou de tudo junto, acabámos por não conseguir soltar o grito totémico de “GOOOOOOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!”
Fora isso, foi um final de tarde bem passado, não faltando os treinadores de bancada com as habituais tácticas infalíveis, algumas piadas e apartes da assistência que fizeram sorrir e elevar o espírito.  
No final, o ritual repetiu-se dentro e fora de campo: o agradecimento ao público e à Mancha Negra por parte de todos os jogadores da equipa, do treinador e do presidente, acompanhado de muitas palmas e cachecóis no ar. Um quadro bonito de se ver e muito mais de se sentir. Depois, a procura do frescor apetecido num fino bem geladinho para refrescar a secura da garganta de tanto apoio dado.
Para o ano há mais.









sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quase

Brincar, também, pode ser uma das maneiras de lidar com a não vitória, com o sabor a pouco de certas situações, mas...
Independentemente de não ter conseguido vencer esta noite, o meu Sporting bateu-se com a garra de um leão – o genuíno, o de verde - e mostrou-se merecedor de ter chegado tão longe.
Não há leões vermelhos…
Feliz com a evolução que a equipa tem vindo a demonstrar, mas sem concretizar o sonho de uma final ibérica. Faltou um bocadinho assim!
A ganhar ou a perder, SEMPRE SPORTING!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Briosa

Já há muito tempo que não assistia um jogo de futebol ao vivo.
Hoje, fui torcer pela minha outra equipa, juntar a minha voz à da Academia, num uníssono Briooooooooosaaaaaaaaaaaaa. Parece que resultou, pois os vermelhos não foram para além de um empate a 0.
Contrariamente ao que se pensaria - a Académica vinha de uma derrota franca - a equipa de Pedro Emanuel conseguiu segurar o resultado, atrapalhar o Benfica na caminhada rumo ao título e ajudar o Porto a recuperar.
Perfeito!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Eis a razão

Finalmente veio a lume o verdadeiro motivo que originou o aceso e acalorado incidente  ocorrido no passado fim-de-semana, no final do jogo entre o Sport Lisboa e Benfica e o Sporting Clube de Portugal.  
Tudo explicado em  http://imprensafalsa.com/319313.html

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Os primórdios do futebol

Ao encerrar esta trilogia sobre o futebol, relembro a intervenção, ocorrida nas já aqui mencionadas Jornadas Históricas, de Francisco Pinheiro, investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20), da Universidade de Coimbra, sobre alguns dos traços estruturais e históricos do futebol português, desde o seu nascimento, em finais do século XIX, até à sua consolidação, em meados do século XX.
Uma comunicação deveras interessante, pois ao narrar a evolução do futebol em Portugal, o orador levou a assistência a reflectir sobre o país que fomos, sobre o país que somos e de como temos vindo a mudar.
Os primeiros registos da existência da prática de futebol em Portugal datam de 1888. Este desporto surge, assim, já no século XIX como um fenómeno tendencialmente de massas, mediático, popular e catalisador de emoções.
Desde que se dá a sua difusão por todo o país, através da movimentação, por motivos profissionais, de ex-casapianos, este passa a fazer parte da vida quotidiana, logo nos inícios do século XX.
O futebol entrou, pois, no nosso dia-a-dia e, por vezes, pode simbolizar muito mais que uma simples modalidade desportiva: um país inteiro, uma identidade, uma união em volta de uma bola e 11 jogadores.

Adenda: Sabendo que o futebol entrou em Portugal por influência dos ingleses que cá viviam, não consigo vislumbrar a razão pela qual o mesmo não sucedeu  na América.
Râguebi? 
Quase como diria Obélix “ Aqueles ingleses eram doidos”.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dignidade nacional

Publico este texto antes do jogo decisivo para o apuramento do Euro 2012 entre a nossa selecção de futebol e a da Bósnia, ao qual não irei assistir pois gosto muito da minha dança …
Depois de ter visto e ouvido o modo como os nossos jogadores foram recebidos pelos adeptos da Bósnia, desejo, convictamente, que possamos eliminá-los não só para podermos participar nesta competição europeia do mais alto nível, mas também como forma de respondermos, inteligentemente, às provocações que nos foram dirigidas.
Apesar do ditado dizer que “amor com amor se paga” considero que a melhor resposta é sempre aquela que é dada com uma bofetada de luva branca.   
Para isso, basta ganharmos. 
Força, Portugal!