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sábado, 28 de maio de 2016

Omeletes, vacas e ratos ou a insofismável razão por trás da acção




Ensino público versus privado abriu uma discussão que tem permitido um debate alargado de ideias na sociedade portuguesa de uma realidade há muito disputada entre os professores, mas que só agora parece ter despertado o interesse do público em geral.
O objectivo deste post não é tomar posição (aliás, há muito já tomada), o propósito é antes outro. Parece-me que andam todos distraídos, perdidos nos meandros do combate argumentativo e não se apercebem da verdadeira intenção deste governo em que Tiago Brandão é a sua face visível.
Os paladinos da escola pública, e eu sou uma deles, defendem o fim dos contractos de associação e a canalização, para o ensino público, das verbas anteriormente entregues aos privados.
No entanto, não me parece ser esse o propósito deste governo: algo me diz que esta celeuma toda e este braço de ferro tem como única preocupação alcançar o objectivo final: corte nas despesas do Estado, de maneira a baixar o deficit, aproximando-o dos valores impostos pelos “the biggest da Europa.
Mais uma vez se constatam três insofismáveis verdades: não se fazem omeletes sem ovos, as vacas, efectivamente, não voam e a montanha vai parir mais um rato!  










quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Viver




Uma das melhores definições (segundo Sartre)…
Viver é equilibrar-se, o tempo todo, entre escolhas e consequências. 










domingo, 7 de fevereiro de 2016

O segredo

 

" O segredo de um relacionamento feliz não é o amor, muitos se amam e se separam. Muitos se amam e se destroem. 
O segredo é cada um ter a sua própria individualidade, a sua liberdade, a sua independência. 
Você não deve colocar a sua felicidade nas mãos de alguém, mas sim compartilhar a alegria de ter esse alguém na sua vida e ser feliz."


Aurilene Damaceno










 








sábado, 6 de fevereiro de 2016

E as ratices continuam



Confrontado com os aumentos exorbitantes que o Orçamento de Estado 2016 preconiza, António Costa, o líder do partido derrotado, mas a chegar ao poder e a formar governo por malabarismos políticos, respondeu "Usem mais transportes públicos”, "deixem de fumar” e "moderem o recurso ao crédito”.
Se seguirmos tão sábias recomendações, lá se vão, por água abaixo, as medidas que visam fazer com que, no seu entender e do seu ministro das finanças, o Estado arrecade os milhões que precisa.
 (Mas é mesmo assim que o PS pretende criar postos de trabalho, aumentar a produção e desenvolver a nossa economia?)  
Já agora, como chefe do governo, com os olhos nacionais e internacionais colocados em si, ficava-lhe bem dar o exemplo. Até já o estou a ver levantar-se às cinco da manhã, apanhar o comboio da linha de Sintra, sair no Rossio, descer até ao Metro e calcorrear a pé a distância restante até à Assembleia da República. E no final do dia voltar a percorrer o mesmo trajecto, ao contrário.
Sabe senhor primeiro-ministro, quando se ocupa um cargo de liderança não basta mandar fazer, há que dar o exemplo para se ser respeitado e levado a sério, caso contrário, são palavras ocas, aquelas que profere.
Por este andar, um destes dias, ainda o vamos ouvir dizer “ não arranjam emprego? Emigrem!”
Definitivamente, a montanha pariu um rato, só que um rato de esgoto, daqueles cinzentos, asquerosos e repelentes! 










sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ratices




A Educação, no Orçamento de Estado 2016, perde mais de 80 milhões de euros.
As verbas destinadas ao ensino particular e cooperativo aumentam para cerca de 254, 3 milhões de euros. 
Os currículos do ensino básico vão sofrer mais uma vez alterações, por via da revisão já anunciada.
O prestigiado e galardoado Programa Novas Oportunidades regressa com um new look.
E….
E….
E….
Porra! Não é que a montanha pariu mesmo um rato?!