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sábado, 18 de junho de 2016

O mistério do jogador esquecido ou a influência das (Mende) rastas


Será que é hoje, frente à Áustria, que Fernando Santos, no anunciado refrescamento da equipa, vai pôr Adrien Silva a jogar juntamente com João Mário e William de Carvalho?
Ó Fernando, se for preciso o rapaz enfia umas rastas...!!!


                                      









 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Inadmissível




É inadmissível o que se está a passar em França com os adeptos russos e ingleses.
O que esperam os senhores da UEFA e da FIFA para enviarem para casa as respectivas selecções cujos adeptos e apoiantes não se sabem comportar como gente?
Estas pessoas são completamente inconscientes ou más: obrigar, com os seus actos, a desviar os efectivos das forças de segurança francesas para controlar os confrontos relacionados com o Euro, quando a ameaça do estado islâmico é perigosíssima e requer toda a atenção e meios disponíveis existentes é, no mínimo, aberrante.
Se não se sabem comportar, é sinalizá-los, expulsá-los do país e proibir a sua entrada nos próximos anos.
Se isto é assim em França, como será em 2018, quando o Mundial se realizar na Rússia?










segunda-feira, 30 de maio de 2016

Acorda, pá!




Devagar, devagarinho, em palavras de mansinho, Mário Centeno, de sorriso mais esmorecido, lá vai avisando o povo de que, provavelmente, devido a factores externos incontroláveis e incontornáveis, o optimismo inicial do governo que pincelava o cenário macroeconómico em tons suaves e tranquilos, corre o risco de se transformar numa enorme dor de cabeça, qual mancha cromática com prevalência de cinzas carregados.
Parece-me que aos poucos Costa e seus parceiros começam a perceber o quão alienados da realidade têm estado!
Bem-vindos ao mundo dos mortais, onde, definitivamente, as vacas não têm asas nem voam! 










sábado, 28 de maio de 2016

Omeletes, vacas e ratos ou a insofismável razão por trás da acção




Ensino público versus privado abriu uma discussão que tem permitido um debate alargado de ideias na sociedade portuguesa de uma realidade há muito disputada entre os professores, mas que só agora parece ter despertado o interesse do público em geral.
O objectivo deste post não é tomar posição (aliás, há muito já tomada), o propósito é antes outro. Parece-me que andam todos distraídos, perdidos nos meandros do combate argumentativo e não se apercebem da verdadeira intenção deste governo em que Tiago Brandão é a sua face visível.
Os paladinos da escola pública, e eu sou uma deles, defendem o fim dos contractos de associação e a canalização, para o ensino público, das verbas anteriormente entregues aos privados.
No entanto, não me parece ser esse o propósito deste governo: algo me diz que esta celeuma toda e este braço de ferro tem como única preocupação alcançar o objectivo final: corte nas despesas do Estado, de maneira a baixar o deficit, aproximando-o dos valores impostos pelos “the biggest da Europa.
Mais uma vez se constatam três insofismáveis verdades: não se fazem omeletes sem ovos, as vacas, efectivamente, não voam e a montanha vai parir mais um rato!  










quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Viver




Uma das melhores definições (segundo Sartre)…
Viver é equilibrar-se, o tempo todo, entre escolhas e consequências.